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Certificações Skechers Work: Segurança garantida

Certificações Skechers Work: Segurança garantida

Já paraste para pensar que o calçado que tens nos pés – ou que a tua equipa usa diariamente – pode ser a única barreira entre um dia de trabalho produtivo e um acidente grave? É uma daquelas verdades inconvenientes que, muitas vezes, só valorizamos quando o pior acontece. No mundo corporativo e industrial, a segurança não é apenas uma palavra bonita para colocar nos relatórios de gestão; é uma necessidade absoluta. E quando falamos de unir essa segurança rigorosa com um conforto que dura turnos de 12 horas, as sapatilhas Skechers Work surgem como protagonistas indiscutíveis. Mas será que são realmente seguras? Que garantias oferecem? Neste artigo técnico e detalhado, vamos descodificar o "alfabeto" das certificações e mostrar-te exatamente o que estás a comprar.

Para uma visão completa sobre este movimento que está a transformar o calçado profissional, e perceberes o contexto global desta mudança, consulta o nosso guia pilar Skechers Work: Porquê trocar botas por sapatilhas de segurança?. Agora, prepara-te, porque vamos mergulhar fundo na parte técnica.

1. O que são as normas EN ISO 20345 e 20347?

Se és gestor de uma empresa, responsável de compras ou alguém que leva a sua própria segurança a sério, provavelmente já te deparaste com uma "sopa de letras" e números nas etiquetas do calçado. EN ISO 20345? S1P? SRC? O que é que isto significa na prática? Vamos descomplicar, porque entender isto é a base para fazeres escolhas inteligentes e não deitares dinheiro à rua.

Na União Europeia, o calçado profissional não é regulado pelo "achómetro". Existem normas rigorosas que ditam o que é considerado seguro. Basicamente, dividimos o universo do calçado profissional em duas grandes categorias, e é aqui que muitos cometem o primeiro erro.

A Diferença Crítica: Segurança vs. Ocupacional

Muitas pessoas confundem "sapatilhas de trabalho" com "sapatilhas de segurança". Não são a mesma coisa. A distinção reside essencialmente na presença (ou ausência) de uma biqueira de proteção contra impactos.

EN ISO 20345 (Calçado de Segurança): Esta é a norma "peso-pesado". Qualquer calçado que ostente esta certificação TEM obrigatoriamente de ter uma biqueira de proteção capaz de resistir a um impacto de 200 Joules e a uma compressão de 15 kilonewtons. Para teres uma ideia, 200 Joules equivale aproximadamente a deixar cair um objeto de 20kg de uma altura de um metro diretamente sobre os teus dedos. Se trabalhas em construção, armazéns logísticos com empilhadores, ou qualquer ambiente onde coisas pesadas podem cair, esta é a tua norma.

EN ISO 20347 (Calçado Ocupacional): Aqui a conversa é outra. Este calçado é certificado para uso profissional, é robusto, antiderrapante, pode ser antiestático, mas – e este é um "mas" gigante – não tem biqueira de proteção contra impactos. É ideal para enfermeiros, pessoal da restauração, empregados de limpeza ou hotelaria, onde o risco principal é escorregar ou passar muitas horas de pé, e não levar com um tijolo no pé.

ℹ️ Informação Técnica: A partir de 2022, as normas sofreram atualizações (EN ISO 20345:2022). Embora muitos produtos no mercado ainda estejam certificados pela versão de 2011 (que continua válida durante o período de transição), é importante estar atento às novas designações de resistência ao escorregamento e perfuração.

Dentro da norma EN ISO 20345, as sapatilhas dividem-se em categorias que definem o nível de proteção adicional. Não basta ter biqueira; o resto do sapato também conta. As categorias mais comuns que verás nas Skechers Work são:

  • SB (Safety Basic): O nível básico. Tem biqueira de 200J e sola resistente a óleos.
  • S1: Tudo o que o SB tem, mais a zona do calcanhar fechada, absorção de energia no calcanhar (fundamental para o conforto) e propriedades antiestáticas.
  • S1P: Igual ao S1, mas adiciona uma palmilha resistente à perfuração (pregos, vidros, metais afiados).
  • S2: Igual ao S1, mas com resistência à penetração e absorção de água (o topo do sapato repele água).
  • S3: O "tanque de guerra". Junta tudo do S2 e adiciona a palmilha anti-perfuração e uma sola com relevos específicos para tração em terrenos difíceis.

Já no calçado ocupacional (EN ISO 20347), as categorias são OB (Básico), O1, O2, etc., seguindo uma lógica semelhante, mas sem a biqueira.

2. Certificações específicas das sapatilhas Skechers Work

Agora que já falámos "evangelho" das normas, como é que a Skechers se encaixa nisto? Há uns anos, se dissesses a um mestre de obras que ias trabalhar de sapatilhas, ele ria-se na tua cara. Hoje, ele provavelmente está a usar um par de sapatos profissionais da Skechers.

A Skechers não inventou as normas, mas revolucionou a forma como as cumprimos. Ao contrário de marcas tradicionais que começaram com a segurança e tentaram adicionar conforto (frequentemente falhando), a Skechers pegou no conforto supremo das suas sapatilhas de lazer e "blindou-as" com tecnologia de segurança.

Coleção Skechers Work
A revolução do conforto no trabalho: Coleção Skechers Work

Quando analisas uma caixa de Skechers Work, vais encontrar selos de conformidade CE. Isto garante que o modelo foi testado por laboratórios independentes e cumpre os requisitos da Diretiva de EPI (Equipamento de Proteção Individual) da UE.

O Fator ESD (Electrostatic Discharge)

Muitos modelos da gama Skechers Work vêm com certificação ESD. Isto é crucial se trabalhas na indústria eletrónica ou em ambientes com risco de explosão (zonas ATEX). As sapatilhas ESD dissipam a eletricidade estática do corpo para o solo de forma controlada, protegendo componentes sensíveis e evitando faíscas. Atenção: "Antiestático" e "ESD" não são sinónimos exatos; o ESD é uma norma mais rigorosa dentro da categoria antiestática.

Resistência Elétrica (EH - Electrical Hazard)

Por outro lado, alguns modelos Skechers (comuns nos EUA, mas também disponíveis na Europa sob normas específicas) são classificados como EH. Estes são desenhados para isolar o utilizador de correntes elétricas acidentais. Aviso importante: Normalmente, um sapato não pode ser ESD e EH ao mesmo tempo, pois um conduz eletricidade para a terra e o outro isola-a. Escolher o errado pode ser fatal.

3. Biqueira de proteção em carbono e materiais compostos

A imagem da "biqueira de aço" é icónica. Durante décadas, foi o standard. Mas sejamos francos: o aço é pesado, fica gelado no inverno e dispara os detetores de metais nos aeroportos ou zonas de segurança. A Skechers, fiel à sua filosofia de inovação, apostou forte nas alternativas.

Ao navegares pela nossa secção de calçado com biqueira de aço, vais ver que ainda existem opções clássicas, mas o grande destaque vai para as biqueiras de Compósito e Liga de Alumínio (Alloy Toe).

Tipo de Biqueira Vantagens Principais Peso Relativo
Aço (Steel Toe) Máxima proteção contra cortes, perfil mais fino, preço acessível. Pesado
Alumínio (Alloy Toe) Tão resistente como o aço mas 30-50% mais leve. Médio/Leve
Compósito (Composite Toe) Não metálico (não apita em detetores), isolamento térmico (não gela nem aquece), leve. Leve
Fibra de Carbono (Carbon Toe) A evolução do compósito. Extremamente leve, fino e resistente. Muito Leve

As sapatilhas Skechers utilizam frequentemente a designação "Composite Toe" ou "Carbon Toe". A grande vantagem para quem anda 10.000 ou 15.000 passos por dia é o peso. 50 gramas a menos em cada pé pode parecer pouco, mas ao fim de 8 horas, são toneladas de peso acumulado que as tuas pernas não tiveram de levantar. Isso traduz-se em menos fadiga, e menos fadiga significa menos acidentes.

⚠️ Atenção: Se a biqueira do teu calçado sofrer um impacto forte (ex: cair um palete em cima), a estrutura interna pode estar comprometida mesmo que por fora pareça intacta. Especialmente nas biqueiras de compósito, que podem micro-fissurar. Após um acidente grave, substitui SEMPRE o calçado.

4. Testes de antiderrapamento e durabilidade

Escorregar é, estatisticamente, uma das causas mais frequentes de lesões laborais. Seja óleo numa oficina, água numa cozinha industrial ou detergente num corredor de hospital, o chão é um inimigo silencioso. É aqui que entram os sapatos de segurança e proteção com solas certificadas.

Nas normas europeias, a resistência ao escorregamento é classificada em três níveis (embora a nova norma de 2022 altere ligeiramente isto, os códigos SRA/SRB/SRC ainda são predominantes no mercado atual):

  • SRA: Testado em piso de cerâmica molhado com detergente diluído. É o teste básico para ambientes interiores como limpezas ou escolas.
  • SRB: Testado em piso de aço liso com glicerina (óleo). Simula ambientes industriais oleosos.
  • SRC: A "medalha de ouro". Significa que o calçado passou tanto no teste SRA como no SRB. É o nível mais alto de aderência.

A Skechers desenvolveu solas específicas, muitas vezes identificadas como "Slip Resistant", que não só cumprem o SRC como o excedem em muitos parâmetros. O design do rasto (o desenho da sola) é fundamental aqui. Os canais de drenagem das sapatilhas Skechers são desenhados para expelir fluídos rapidamente, garantindo que a borracha toca no chão e não flutua sobre o líquido (o temido efeito de aquaplaning, mas nos teus pés).

Sapatos de Segurança Antiderrapantes
Aderência máxima: Sapatos de Segurança e Proteção

Durabilidade e Resistência a Hidrocarbonetos

Outro ponto crucial é a durabilidade da sola em contacto com químicos. As solas das Skechers Work são frequentemente marcadas como "Oil Resistant". Isto significa que a borracha não se vai desfazer, inchar ou ficar quebradiça se pisares óleo de motor ou combustíveis. Para profissionais de mecânica ou aviação, isto não é um luxo, é obrigatório.

5. Downloads de declarações de conformidade

Se geres uma empresa com certificação de qualidade (ISO 9001) ou higiene e segurança (ISO 45001), sabes que "papelada" é o teu nome do meio. Quando compras sapatos EPI para a tua equipa, precisas de provas.

Todos os modelos Skechers Work vendidos na União Europeia vêm acompanhados (ou têm disponível digitalmente) uma Declaração de Conformidade da UE. Este documento é o "bilhete de identidade" legal do sapato. Ele atesta que aquele lote específico foi testado e cumpre o Regulamento (UE) 2016/425.

Por que é que isto te interessa?
Imagina que há um acidente de trabalho na tua empresa. Um funcionário escorrega e parte uma perna. A primeira coisa que a seguradora e a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) vão verificar é se o funcionário estava a usar o EPI adequado e se esse EPI estava conforme as normas. Ter a declaração de conformidade dos Skechers Work arquivada é a tua salvaguarda legal de que forneceste equipamento de qualidade e certificado.

💡 Dica Pro: Ao comprares sapatilhas para a tua equipa, solicita sempre a ficha técnica e a declaração de conformidade no ato da compra. Arquiva-as digitalmente associadas à ficha do colaborador. Isso poupa-te dores de cabeça gigantes em auditorias futuras.

6. Modelos certificados para compra online

A teoria é bonita, mas vamos à prática. Que modelos deves escolher? A beleza da gama Skechers Work é a variedade. Eles conseguiram adaptar as suas linhas de sucesso do retalho (como os Arch Fit e os Max Cushioning) para o mundo profissional.

Skechers Arch Fit Work

Se sofres de dores nos pés, fascite plantar ou passas o dia inteiro estático, a linha Arch Fit é um milagre da engenharia. Com suporte de arco certificado por podologistas (sim, médicos dos pés), estas sapatilhas distribuem o peso do corpo de forma mais uniforme. Na versão Work, ganham solas antiderrapantes e, em alguns modelos, biqueiras de proteção, mantendo o visual desportivo.

Skechers Max Cushioning Work

Para quem anda quilómetros num armazém ou hospital. Estas sapatilhas têm uma entressola sobredimensionada que absorve o impacto de cada passo. É como andar sobre nuvens, mas nuvens com certificação SRC e resistência a óleos. São ideais para reduzir o impacto nas articulações (joelhos e ancas).

Skechers Uno Work

Quem disse que o calçado de segurança tem de ser feio? O modelo Uno é um best-seller de moda que foi adaptado. Tem a bolha de ar visível no calcanhar (Skech-Air), palmilha Memory Foam, e agora vem com sola antiderrapante e, em versões específicas, proteção elétrica. É a escolha número um para gestores, arquitetos ou pessoal de sala que precisa de estar apresentável mas seguro.

7. A Biomecânica da Segurança: Porque o conforto É segurança

Há um mito antigo na indústria de que "se é confortável, não protege". A Skechers veio destruir essa ideia. Na verdade, a ciência mostra-nos o oposto: o desconforto é um risco de segurança.

Quando um trabalhador usa umas botas rígidas e desconfortáveis, várias coisas acontecem:

  1. Fadiga Precoce: O corpo gasta mais energia a compensar o desconforto e o peso do calçado. Um trabalhador cansado tem reflexos mais lentos e toma piores decisões.
  2. Alteração da Postura: Se os pés doem, mudamos a forma de andar para aliviar a dor. Isso cria desalinhamentos na coluna e joelhos, levando a lesões musculoesqueléticas a longo prazo (que são a principal causa de baixa médica na Europa).
  3. Distração: A dor é uma distração constante. Se estás a pensar no quanto os teus pés doem, não estás focado a 100% na máquina que estás a operar.

Ao integrar tecnologias como o Memory Foam (espuma viscoelástica que se molda ao pé) e o Relaxed Fit (mais espaço na zona dos dedos para permitir a expansão natural do pé ao longo do dia), as sapatilhas Skechers Work atacam a raiz destes problemas. Não se trata apenas de cumprir a norma ISO; trata-se de manter o ser humano dentro do sapato funcional e alerta.

8. Manutenção e Durabilidade do Calçado Certificado

Investir num bom par de sapatos EPI é apenas o primeiro passo. Para manterem as certificações válidas na prática (e não apenas no papel), é preciso cuidar deles.

A durabilidade de umas sapatilhas de trabalho depende drasticamente do uso e da manutenção. Aqui ficam algumas regras de ouro:

  • Rotação: O ideal é ter dois pares e alternar. Isto permite que a humidade interior (suor) seque completamente e que os materiais de amortecimento (EVA, Memory Foam) recuperem a sua forma original. Sapatilhas secas duram o dobro.
  • Limpeza da Sola: Se a sola antiderrapante estiver cheia de lama ou massa, ela deixa de ser antiderrapante. As ranhuras precisam de estar limpas para escoar os líquidos. Uma escovadela rápida no final do turno pode salvar-te de uma queda no dia seguinte.
  • Inspeção Visual: Verifica regularmente se há descolamentos na sola ou se a biqueira de aço/compósito está exposta. Se o metal estiver à vista, o isolamento elétrico foi comprometido e o sapato tem de ser reformado.

Muitas pessoas perguntam: "Quanto tempo duram uns Skechers Work?". A resposta honesta é: depende. Num ambiente agressivo de construção, podem durar 6 a 8 meses. Num ambiente de armazém limpo, podem durar 18 meses ou mais. Mas lembra-te: o custo de substituir um par de sapatilhas é infinitamente inferior ao custo de uma baixa médica.

Conclusão: O Veredito

As certificações não mentem. As sapatilhas Skechers Work não são apenas "ténis bonitos" com uma etiqueta colada. São equipamentos de proteção individual sérios, testados e certificados pelas normas mais exigentes do mundo (EN ISO 20345 e 20347). Elas representam uma mudança de paradigma: a ideia de que podemos estar protegidos sem sacrificar o bem-estar dos nossos pés.

Sejas um CEO a equipar uma frota de 500 trabalhadores ou um profissional liberal a proteger o seu maior ativo (o próprio corpo), a escolha é clara. Trocar as botas pesadas do passado pela tecnologia do presente não é apenas uma questão de moda; é uma questão de inteligência operacional.

Estás pronto para sentir a diferença? Explora a nossa gama completa e encontra o par que vai mudar os teus dias de trabalho.

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